Archive for the 'Dispa-me, Herr Doktor.' Category

23
jan
10

A atmosfera do quarto encantado para ser respirada.

A fotografia de Lynn S K  e os véus líricos  descortinam, paulatinamente, os sonhos virginais que indefinidamente serão sonhados. O ziguezaguear da pele no tecido que ao tocar o tinge de desejos que se abrem em botões já na infância. Que nossos dois corpos sejam embalados infinitamente nos jardins fora da janela e nos jardins interiores. Sim,  para dar seiva aos sonhos que nos desnudam.

http://lynnsk.free.fr/images.htm

In every dream home.

In every dream home.

In every dream home.

In every dream home.

In every dream home.

In every dream home.

Sans Visage.

In every dream home.

Portraits

Young girls summertime.

Young girls summertime.

16
out
09

O peso do amor mutila/retorce as mãos e o ventre dos amantes , Egon Schiele.

Canção

O peso do mundo
é o amor.
Sob o fardo
da solidão,
sob o fardo
da insatisfação

o peso
o peso que carregamos
é o amor.

Quem poderia negá-lo?
Em sonhos
nos toca
o corpo,
em pensamentos
constrói
um milagre,
na imaginação
aflige-se
até tornar-se
humano –

sai para fora do coração
ardendo de pureza –

pois o fardo da vida
é o amor,

mas nós carregamos o peso
cansados
e assim temos que descansar
nos braços do amor
finalmente
temos que descansar nos braços
do amor.

Nenhum descanso
sem amor,
nenhum sono
sem sonhos
de amor –
quer esteja eu louco ou frio,
obcecado por anjos
ou por máquinas,
o último desejo
é o amor
– não pode ser amargo
não pode ser negado
não pode ser contigo
quando negado:

o peso é demasiado
– deve dar-se
sem nada de volta
assim como o pensamento
é dado
na solidão
em toda a excelência
do seu excesso.

Os corpos quentes
brilham juntos
na escuridão,
a mão se move
para o centro
da carne,
a pele treme
na felicidade
e a alma sobe
feliz até o olho –

sim, sim,
é isso que
eu queria,
eu sempre quis,
eu sempre quis
voltar
ao corpo
em que nasci.

Allen Ginsberg.


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10
out
09

As sereias de Dweck avançam para obscura zona pelúcida.

Michael Dweck, Christopher Sweet se alojou na zona pelúcida do ventre e ovulou:

“Se mergulho nas refrações azul de uma piscina ou suspensos como um serafim no frio, profundezas pelúcidas de uma nascente ou emergente provisoriamente em um costão rochoso, sereias Michael Dweck são adoráveis e ariscas e nuas de todos os vestidos, mas para os belos cabelos longos e as cortinas elementar que os cercam. Água, luz e lente de convergir para captar no aspecto moderno da criatura esquiva do mito. ”

http://www.michaeldweck.com/

in Three, 2005 - Nudes & Portraits

in Three, 2005 - Nudes & Portraits

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

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in Mermaids, 2005-2007 - Essay

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in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

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in Mermaids, 2005-2007 - Essay

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in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

in Mermaids, 2005-2007 - Essay

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05
out
09

Fogos de artifício (soturno): Sucção cósmica através de extensões infinitas de (.)

Bill Henson (Austrália) fazendo crescer e mutiplicar o vazamento de cores solar/lunar pela usina orgânica de efeito radioativo. A retina suja de fuligem azulada que a pele sorve toda mágica. Virgens cósmicas caindo do céu  e paisagens tingidas pela explosão do saco cheio de estrêlas. O azul e laranja dodecafônico (tonalidade!).

http://www.roslynoxley9.com.au/artists/18/Bill_Henson/

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Bill Henson, 2008.

in Bill Henson, 2008.

in Bill Henson, 2006.

in Bill Henson, 2006.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Bill Henson, 2006.

in Bill Henson, 2006.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Bill Henson, 2006.

in Bill Henson, 2006.

in Bill Henson, 2006.

in Bill Henson, 2006.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Bill Henson, 2006.

in Bill Henson, 2006.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

in Untitled, 2000 - 2003.

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in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Untitled, 1997 - 1998.

in Paris Opera Project, 1990 - 1991.

in Paris Opera Project, 1990 - 1991.

in Paris Opera Project, 1990 - 1991.

in Paris Opera Project, 1990 - 1991.

in Paris Opera Project, 1990 - 1991.

in Paris Opera Project, 1990 - 1991.

in Bill Henson, 2006.

in Bill Henson, 2006.

in Bill Henson, 2006.

in Bill Henson, 2006.

in Bill Henson, 2006.

in Bill Henson, 2006.

30
ago
09

O infinito do escuro perena Edoardo Pasero.

Edoardo Pasero (Oh, Italy!) rasga os véus com o jato de tinta. O globo ocular em combustão para a santificação da usina de aniquilação quotidiana.  Deitar o mundo enquanto o tigre de William Blake está a espreita. A dualidade violenta e instigante dos desvios da face, dos desvios do rosto, dos devios da atmosfera onde (?) engole faminta.

http://www.edoardopasero.com

Mechanics are Maniacs.

in half life

in half life

Summertime - And the living is easy ...

Summertime - And the living is easy ...

in half life

in half life

on black

on black

on black

on black

in half life

in half life

018

on permanence

on permanence

in color portraits

in color portraits

Winter in Spring

Winter in Spring

on black

on black

Mechanics are Maniacs

in Mechanics are Maniacs

Mechanics are Maniacs

Mechanics are Maniacs

on black

on black

26
jul
09

Chanel Paris-Moscou Pre- Fall 2009 soa assim.

O tenro desprover de peles após o baile real e as  reações violentas adversas no corpo.

“Photography is the art of the moment, moments are gone if not captured by the photographer.”

A essência manual cheia de encantamento.

http://www.anphotoart.com/

Pola-Nudes! Oh, Italy.

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24
jul
09

John Ryan Solis correndo todo manso y divino.

John Ryan Solis (EUA) e suas mulheres cheias de desejo caindo em anéis.

http://johnryansolis.com/

john ryan solis88

john ryan solis887

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“Vou usá-la com carinho, relva ressequida, / Quem você transpire do peito dos rapazes, / Quem sabe eu os tivesse amado se os tivesse conhecido, / Quem sabe  você grasse dos velhos, ou dos bebês arrancados dos colos das mães antes do tempo, / E aqui é o colo das mães.”

Walt Whitman.

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